Seminário - Justiça Cognitiva e Cidadania Horizontal na Escola Pública

8 abril, 17h00

Sala 1, CES-Coimbra

 

Resumo

Partimos da ideia de que os currículos podem ser percebidos como criação cotidiana dos praticantes (Certeau, 1994) das escolas, e, mais do que isso, como contribuições da escola à tessitura da emancipação social democratizante tal como defendida por Boaventura de Sousa Santos (2004a), segundo a qual esta se dá pela criação de relações mais ecológicas, de interdependência, entre os diferentes, em todas as dimensões da sociedade, sem dissociação entre o campo do epistemológico e o do político.

Promover, assim, a desinvisibilização e possível multiplicação de experiências emancipatórias desenvolvidas nas escolas, por professoras a quem são historicamente negados o reconhecimento por suas criações cotidianas e de sua competência profissional, permite perceber e ampliar as contribuições destas para a formação cidadã, para a ampliação da justiça cognitiva e social e, com isso, para a emancipação social.

Uma pesquisa com narrativas de professoras de uma Rede Municipal no Rio de Janeiro, evidencia preocupações e ações voltadas à tessitura de relações de reconhecimento e respeito mútuos entre alunos e professores e seus conhecimentos nos serve de base para pensar a contribuição da escola à tessitura da emancipação social.

 

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