News Letter do Sindicato Nacional do Ensino Superior

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 Lisboa PortoCoimbra

Ano 15 - Número 2 - Março de 2004 - 2ª Quinzena

 

1. Animação sindical

1.1. Encontros quase casuais (Coimbra)

1.2. Encontros quase casuais (Lisboa)

2. Iniciativas sindicais

Semana de Luta 8-12 Março

3. Lazer e cultura para sócios do SNESup  

 

 

Animação sindical

 

1. Encontros quase casuais em Coimbra

O Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) está a organizar encontros regulares de debate sobre temas relevantes para a vida académica e sindical dos docentes e investigadores do Ensino Superior. Os encontros realizados em Coimbra são uma organização conjunta do SNESup e do Núcleo de Estudantes de Sociologia da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Inscrições gratuitas para snesup.coimbra@snesup.pt

O regime de tutorado no Ensino Superior.

Carlos Fiolhais (Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra)
1 de Abril – 18h
Anf. 3.1 da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

O regime de tutorado está a ser implantado em várias instituições de Ensino Superior. Quais as suas virtudes e limitações? Que formas e objectivos pode assumir? Quais as vantagens e desvantagens do tutorado presencial e do tutorado à distância? Como podem ser mobilizados os actuais e os ex-alunos para um sistema de tutorado? O tutorado deve ser uma opção ou uma obrigação para os discentes? Trata-se de uma questão de moda ou pode ser mais que isso?

 

O Sistema Europeu de Créditos (ECTS) e o Ensino Superior em Portugal

Estela Pereira (Universidade de Aveiro)
22 de Abril – 17h
Sala Keynes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

Quais as metodologias adequadas para implementar o ECTS? Quais as dificuldades das instituições de Ensino Superior portuguesas para adoptarem o sistema de ECTS? Como avalia o ECTS a quantidade de trabalho dos estudantes? Como se combina o ECTS com a aprendizagem ao longo da vida? Como se concretiza Bolonha através da adopção do ECTS? Em que medida a auto-avaliação pode favorecer a implementação de um sistema de ECTS?

 

A transição do Ensino Secundário para o Ensino Superior.

Rosário Pinheiro (Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra)
Elísio Estanque (Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra)
24 de Maio –17h
Sala Keynes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

O que muda na vida dos estudantes com o ingresso no Ensino Superior? Como mudam as rotinas, papéis e relacionamentos interpessoais dos estudantes? Quais são as vivências académicas dos estudantes do primeiro ano? Como se processa a integração social e académica, como evoluem os aspectos vocacionais, relacionados com o curso e a carreira, como se caracterizam o bem estar físico e psicológico dos estudantes? Qual o universo representacional dos estudantes do Ensino Superior? Quais as suas origens socioeconómicas? Como se podem explicar os níveis de absentismo às aulas no Ensino Superior? O que explica as elevadas taxas de abandono? De que forma e com que profundidade participam os estudantes na vida académica? Que pode ser feito para apoiar os estudantes no processo de transição e adaptação ao Ensino Superior?

 

Outros Encontros em data a anunciar

Processos de comparação entre métodos e conteúdos de ensino na UE

Até onde é possível comparar métodos e conteúdos de ensino entre diferentes países da UE? Como comparar e diferenciar os ciclos de formação à escala europeia? O que aprendemos com oTuning Education Structures in Europe? Para que servem os Dublin descriptors?

 

Os Ensinos Básico e Secundário. Aprendizagem e vida estudantil.

Como se ensina e como se aprende nos Ensinos Básico e Secundário? Qual o grau de actualização dos programas? O que contestam e como contestam os estudantes dos Ensinos Básico e Secundário?

 

Workshop sobre Pedagogia cooperativa “Qual o papel da pedagogia cooperativa no Ensino Superior?” (Inclui uma exposição de materiais didácticos “O Ensino Básico e Secundário ao longo de 4 séculos”)

O que é a Universidade Cooperativa Europeia? O que é a pedagogia cooperativa? Como pode ser mobilizada para fomentar uma nova cultura escolar? Qual a sua pertinência para o Ensino Superior? Qual a sua pertinência ao nível da formação de adultos e da formação contínua?

 

Para que serviu o primeiro ciclo de avaliações do Ensino Superior?

Completado o primeiro ciclo de avaliação externa de cursos do Ensino Superior, que balanço se pode fazer desta actividade, quando alguns cursos estão a ser avaliados pela segunda vez? Para que serviu o primeiro ciclo de avaliação? Que consequências teve?

 

O fim dos numeri clausi?

Porque se mantêm os numeri clausi? Qual a sua adequação às necessidades de formação que o país enfrenta? Como se enquadra numa estratégia de desenvolvimento e consolidação do ensino superior? Que assimetrias permitem corrigir ou aprofundar?

 

O assédio moral no Ensino Superior

O que é o assédio moral? Como se manifesta nas instituições de Ensino Superior? Quais os alvos de assédio moral nas instituições de Ensino Superior? Como se explica a amplitude do assédio moral? O que fazer perante situações de assédio moral?

 

 

2. Encontros quase casuais - Lisboa

O Sindicato Nacional do Ensino Superior, SNESup, está a organizar encontros regulares de debate sobre temas relevantes para a vida académica e sindical dos docentes e investigadores do Ensino Superior em Portugal e na Europa, na sua sede em Lisboa, Av. 5 de Outubro 104-4º andar.

Tipicamente os encontros consistirão numa apresentação do tema escolhido por especialistas, a quem pediremos que nos entreguem uma síntese escrita para nosso registo, em torno da qual se organizará a discussão entre a assistência e os convidados. Esperam-se intervenções no sentido de aprofundar conhecimentos dos presentes e no sentido de organizar acções úteis para incrementar a qualificação do Ensino Superior com vista a melhorar as aprendizagens escolares e extra-escolares em Portugal.

 

Cumpridas as sessões:

“A luta dos patrões contra a evasão fiscal”,

Saldanha Sanches, fiscalista
3ªfeira, 2 de Março às 17:30

“Economia do Sistema Comunitária – Enquanto a mercadoria e a moeda não existem”,

Carlos Gomes, reformado, autor
4ªfeira, 17 de Março às 17:30

 

Do programa dos próximos meses já estão confirmados os temas e oradores seguintes:

Inscrições gratuitas para organizacao@snesup.pt

“Ensino Básico e igualdade de oportunidades no Portugal  democrático”,

Teresa Seabra, socióloga
4ªfeira, 21 de Abril às 17:30

 

“Direitos Humanos em Portugal, os imigrantes pobres”,

José Maria Martins, advogado
4ªfeira, 5 de Maio às 17:30

 

“Código de Trabalho, Função Pública e Corpos Especiais do Estado”,

Garcia Pereira, jurista e político
4ª feira, 19 de Maio às 17:30

 

"O saber, a ciência, as pessoas e as distâncias entre elas",

Ulisses Garrido, sindicalista CGTP-IN
4ª feira, 2 de Junho às 17:30

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Iniciativas sindicais

 

Semana de Luta  8-12 de Março 2004

A Direcção do SNESup apelou, logo no início do 2º semestre, à mobilização dos colegas face à inoperância do governo que apenas olha aos aspectos financeiros da contenção de despesas e aos seus interesses políticos imediatos. A resposta foi morna, mas houve colegas que entraram em contacto com outros colegas para discutir estes assuntos e também fizeram sensibilização junto dos seus estudantes. Houve mesmo quem organizasse uma conferência de imprensa, de âmbito local, para manifestar publicamente as suas (nossas) preocupações.

Do diálogo que se estabeleceu a este respeito, a Direcção do SNESup divulga duas contribuições, cujo conteúdo é semelhante mas se dirige a públicos diferentes: aos colegas e ao grande público. Leiam e divulguem, critiquem e acrescentem. Vamo-nos juntando, que é melhor.

Por um Ensino Superior de Qualidade

Por uma cultura de mérito em função de objectivos racionais

A Direcção do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) entende estarmos a viver, em termos nacionais, europeus e globais, uma época de tomadas de posição fundamentais para a vida social nas próximas dezenas de anos. Perante a qual, de acordo com o programa próprio da intervenção científica na proposição de soluções para os problemas da humanidade, os docentes e investigadores do Ensino Superior têm uma especial responsabilidade colectiva e pessoal, profissional e moral.

Numa altura em que se necessita de bom senso e solidariedade, perante os graves acontecimentos que vimos vivendo nas mais diversas esferas da vida, espera-se dos docentes do ensino superior bons exemplos e dos melhores de entre nós lições. A Direcção do SNESup apela aos colegas para que se disponham a assumir, nestes tempos difíceis, as responsabilidades que nos possam ser imputadas por aqueles que de nós esperam o melhor.

Nesse sentido o SNESup organizou uma semana de luta, entre os dias 8 e 12 de Março por uma cultura de mérito em função de objectivos racionais, palavra de ordem que enfatiza a pertinência e a contribuição do espírito científico para o enfrentamento dos dilemas sociais, económicos e políticos que nos afligem.

Para a Direcção do SNESup a defesa dos legítimos direitos profissionais dos docentes e investigadores do Ensino Superior estão ameaçados, concerteza, por uma injustificável e ilegítima política de saneamento financeiro agravado e insensível, qual elefante em loja de porcelanas, que está a hipotecar todos os dias as instâncias de qualificação profissional e social (retardadas e atrasadas) dos portugueses. Da mesma forma que já importamos médicos e enfermeiros, não faltará muito tempo para começarmos a importar toda a espécie de pessoas qualificadas de que precisaremos para o desenvolvimento económico, a menos que continuemos a prescindir dele. Nesse sentido é preciso combater a actual política governamental na defesa do Ensino Superior de Qualidade.

Ao mesmo tempo, isso não é suficiente. Já que perigos mais vastos ameaçam não apenas o ensino superior mas também o nosso modo de vida, seja através dos sentimentos e dilemas que nos são colocados pela integração europeia ou as migrações dentro e de fora para dentro da União Europeia, seja através dos dilemas globais sobre o que possa vir a ser uma ordem internacional susceptível de expandir (em vez de contrair) as oportunidades de desenvolvimento, nos países mais pobres do mundo e também nos países mais pobres da União Europeia.

A Direcção do SNESup tem consciência dos ensinamentos históricos que mostram como o estados de agitação e inquietação não são propícios à frieza de espírito indispensável para pensar racionalmente a vida e os problemas. Nessas alturas, sabemos disso, das primeiras vítimas são sábios que, por razões éticas, insistam em defender a razão e peçam oportunidade de organizar o pensamento em público. Em certo sentido, as instituições democráticas reproduzem e sustentam precisamente essa ambição de poder trabalhar para encontrar a razão.

Ora, num tempo em que as funções sindicais tradicionais, estabelecidas no ordenamento constitucional e jurídico da democracia portuguesa, são ultrapassados, retirando aos sindicatos e ao SNESup em particular, parte significativa da sua eficácia potencial, entendemos ser nossa obrigação chamar a atenção dos docentes e investigadores, sindicalizados e não sindicalizados, para a necessidade de exercerem mais directamente a defesa dos seus direitos profissionais. Sugerimos que isso seja feito através da reflexão, junto dos alunos e dos colegas, do sentido das nossas responsabilidades profissionais e morais, individuais e colectivas, na defesa do Ensino Superior e de uma sociedade capaz de perseguir os objectivos de qualificação pessoal e profissional que dão sentido à nossa instituição.

 

Por um Ensino Superior de Qualidade
Por uma cultura de mérito em função de objectivos racionais

A Direcção do SNESup decidiu lançar uma “semana de luta” no início do segundo semestre lectivo, com o objectivo de chamar a atenção dos associados, e do docentes e investigadores do Ensino Superior em geral, para a conjuntura decisiva que estamos a viver, não apenas para o nosso futuro colectivo imediato mas também para as próximas décadas.

Preocupa-nos, como sindicato, a onda de despedimentos de docentes do Ensino Superior, depois de ter sido afirmado pela Ministra que isso não aconteceria. Ao mesmo tempo, por omissão, vai-se mantendo a situação intolerável e ilegal de não estar previsto os processos administrativos de atribuição de subsídio de desemprego para quem, docente do ensino superior, tal sorte bate à porta. É humilhante e desumano, tanto mais que não há qualquer critério de qualidade a presidir aos despedimentos: eles abatem-se tão só sobre quem está menos protegido.

Quando Portugal se prepara para ultrapassar um modelo económico esgotado, baseado no trabalho e nas organizações sem qualidade, suportado na competição pelo preço baixo, no Ensino Superior continua a desvalorizar-se as qualificações e a qualidade. Por razões administrativas, nos Politécnicos, há qualificações não reconhecidas. Por razões financeiras, organizam-se despedimentos nas Universidades sem critérios de qualidade.

A qualificação do Ensino Superior tem sido suportada, quase exclusivamente, pela boa vontade e carolice dos mais voluntariosos e competentes. Agora que há uma mudança de ciclo demográfico e estratégico, o que se verifica é um desinvestimento e mesmo um desprezo pelos resultados de qualificação obtidos pelo Ensino Superior, alegando a necessidade de contenção orçamental.

Em contenção orçamental sempre viveram as instituições do Ensino Superior em Portugal. Apesar disso há centros de excelência, no ensino e na investigação, que é do interesse colectivo incentivar, quer tenham ou não simpatias ou influências políticas no governo. Não é isso que se verifica.

A iniciativa da mobilidade dos docentes para actividades de interesse económico, a que a ministra se referiu recentemente, deve ser incentivada para trocas de experiências e saberes entre as instituições e empresas e grupos interessados. Mas, para isso, não bastam declarações de intenções vãs. É preciso primeiro derrubar obstáculos administrativos, de tipo regionalista ou corporativo, que têm inviabilizado essa mobilidade dentro dos próprios sistemas de Ensino, entre instituições e entre os diversos níveis de ensino. A mobilidade para fora do Ensino Superior, para não ser a reprodução de sistemas de tachos que ainda persistem, terá que se articular com uma política de qualificação académica, científica, cívica da vida das instituições, com uma cultura do mérito, que está por apresentar e desenvolver.

Essa cultura do mérito terá que ter reflexos não apenas nos docentes e investigadores, mas também no seio dos estudantes e das instituições de tutela do Ensino Superior. Por exemplo, as questões pedagógicas que – muito bem – os estudantes têm vindo a levantar, não podem ser resumidas à produção de um ranking de docentes. Há que fazer a avaliação dos resultados práticos da aplicação da política de ETI´s e pugnar para que as infraestruturas pedagógicas – bibliotecas, computadores, salas de estudos, número de alunos por turma, etc. – existam em condições de bom funcionamento. Outro exemplo de falta de brio da política no Superior é a participação minimalista do ministério do Ensino Superior nos trabalho europeus conhecidos por processo de Bolonha, desaproveitando uma oportunidade de estabelecer as bases da mobilidade e da qualificação europeia dos docentes e alunos portugueses, reduzindo o assunto a uma adaptação prática ao que se for decidindo lá fora.

Não se contesta a legitimidade dos governantes promoverem, na prática, as suas convicções ideológicas. Se este governo julga ser preferível desenvolver o sector privado do Ensino Superior, independentemente da nossa convicção pessoal, cabe-nos aceitar o veredicto popular em eleições livres. O que não se pode aceitar é, para fazer vingar as convicções de quem está no poder, se organize um processo de desqualificação geral do Ensino Superior para obrigar a realidade a condizer com a ideologia.

A investigação científica melhorou? A capacidade de difusão de saberes aplicados aumentou? As condições pedagógicas de exercício da profissão docente melhoraram? Estão garantidas as legítimas expectativas de trabalho para quem aposte na qualificação pessoal, dos seus alunos e do país? Está salvaguardado o frágil potencial de excelência que existe no Ensino Superior? Está equacionada a política de difusão dessa excelência dentro e fora do Ensino Superior?

A meio do mandato governamental nada disto foi conseguido!

Aos docentes e investigadores, os estudantes, os políticos e os portugueses o SNESup apela para que colaborem numa política de rigor, que para além de financeira seja também de qualificação e de respeito pelo mérito e empenho de quem quer trabalhar para um Portugal orgulhoso de si próprio.

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Lazer e cultura para sócios do SNESup

 

1. O Insucesso em Matemática: Contributos para a Investigação

23-24 Abril 2004

Organizado pelo Centro de Investigação em Educação da FCUL,  pela UIED - Unidade de Investigação, Educação e Desenvolvimento da Univ. Nova e pelo  Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais da ESE Lisboa, irá realizar-se no próximo mês de Abril (dias 23 e 24), no Anfiteatro da Escola Superior de Educação de Lisboa, um Seminário subordinado ao tema "O Insucesso em Matemática: Contributos para a Investigação".

Este seminário tem por objectivo analisar os contributos da investigação em educação matemática sobre o ensino da matemática em Portugal e confrontá-los com pontos de vista de outras comunidades científicas - matemáticos, cientistas e investigadores das ciências da educação. Numa lógica de análise dos estudos realizados e do conhecimento existente sobre os problemas, pretende-se identificar ideias chave emergentes dos trabalhos realizados a divulgar junto da opinião pública, bem como levantar questões susceptíveis de investigação futura.

A participação é feita através de inscrição prévia a efectuar até 2 de Abril de 2004 sendo as inscrições limitadas. Os textos base das quatro conferências principais estarão disponíveis na Web, a partir de 19 de Abril de 2004.

Para mais informações deverá contactar a ESE de Lisboa através do:

Mail: eselx@eselx.ipl.pt

Tel:217115500    Fax: 217166147

O Programa e a Ficha de Inscrição do Seminário poderão ser consultados no site: http://www.educ.fc.ul.pt/cie/sem-mat.htm

 

2. Alojamentos no Gêres

Utilização turística nas unidades de alojamento na região do Gerês  - www.sorilhal.com

Os associados que apresentarem o cartão do SNESup, beneficiam do desconto de 10%

Contacto - Fernanda Rocha

 

3. Tarifas preferenciais em Hoteis

Tarifa Preferencial Vorwerk 2004, com o Grupo SANAhotels.

Visitem a página na Internet http://www.sanahotels.com/, onde estão disponíveis as informações e fotos mais recentes dos Hotéis.
 

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